
Warning: My Mama is criminal!
Não sei o que move
Esse ódio grandioso?
Não sei se é
Devido ao vício que me faltou...
Ou se é asa de borboleta inesperada!
Não sei também
Se geraria mais raiva
O bater na porta
O simples ruir dos passos.
Sola que bate no chão!
Sola que estremece minha alma!
Ai, Sarjetas!
Fúnebres vielas desse esplendor sentimental,
São as carícias excessivas
E o abrigo matinal?
- é a clausura da proteção!
São as grades do almoço ao meio-dia
São as algemas do ócio
do prato limpo, do sorvo do café pronto a qualquer hora.
Cela de maus-tratos “cariciais”
Isso é uma teia
A cada passo uma carícia
O bote, o melado
Sugar a essência
É a arma do crime
É o contagio da doença!
Escrito por Diogo Matias às 02h07
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