Eu? Não tenho regras pra’ler!
Leio como quem faz sexo.
Na cabeceira da cama,
No canto frio da parede:
Quando a palavra é lamuriosa.
E se me dói o corpo
Ao excesso de uma postura.
Posições e elasticidade,
São apenas técnicas de leitura.
E por fim...
No cansar do corpo
“Ossos do ofício”
Rasgo a página e “como” o escritor!
Escrito por Diogo Matias às 23h37
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