Esse luxo.
Vaga vontade me apavora!
Esse nada, lampeja, notas sozinhas no meu coração.
A cantiga nunca foi tão arrastada
As cigarras não se amordaçam.
E a noite cai insolente
Num trepido cavalgar.
As estrelas nascem
A janta aquece a sala de estar.
É angustiante.
Já me apaixonei por mim tantas vezes.
E não me cai bem : a idolatria!
Ficou fútil, esse lixo de não amar.
Escrito por Diogo Matias às 17h35
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